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Noticias de Seguros
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Seguro de vida não é herança
É cada vez mais comum nos dias atuais que as pessoas tenham seguros de vida. Com a estabilidade econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos, o número de pessoas que aderiu a esse tipo de seguro aumentou consideravelmente. Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira.
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Seguro prestamista, de vida e funeral devem ser os primeiros para baixa renda
Os seguros do tipo prestamista, de vida em grupo conjugado com acidentes pessoais e assistência funeral devem ser os primeiros produtos de microsseguro a surgirem no Brasil, segundo consta do relatório final da Comissão Consultiva de Microsseguro.
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Cuidados que se deve ter na hora de alugar um imóvel
o seguro-fiança pode ser contratado por uma seguradora, que cobra uma taxa mensal para cobrir eventual calote no aluguel. Há ainda a caução, que permite a quem aluga dar bens pessoais (carros, eletrodomésticos, imóveis e até dinheiro) como garantia do cumprimento do contrato. A caução em dinheiro geralmente representa o equivalente a três meses de aluguel.
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Fiador: cada vez mais necessário, mas difícil de achar
Apesar do seguro fiança ser uma opção em franco crescimento no País, a utilização da figura tradicional do fiador como forma de garantir o cumprimento principalmente de contratos de locação de imóveis ainda é bastante comum....
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A era do batom no seguro
Desenvolvidos especialmente para atender demandas femininas e sem custo adicional, os serviços agregados preveem, por exemplo, trocas ilimitadas de pneus previstas em apólices de veículos ou acompanhantes em caso de registro de boletim de ocorrência em delegacias.
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Porto Seguro lança vantagem inédita no seguro para estimular a gentileza no trânsito: clientes Auto sem pontos na carteira ganham 5% de desconto
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Porto Seguro Auto lança aplicativo para iPhone
Pelo aparelho, segurados Auto da Companhia já podem solicitar guinchos, consultar estabelecimentos que oferecem benefícios em todo o País e verificar situação das rotas cadastradas no serviço ‘Porto Vias’, entre outras funcionalidades
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Seguro de vida não é herança
É cada vez mais comum nos dias atuais que as pessoas tenham seguros de vida. Com a estabilidade econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos, o número de pessoas que aderiu a esse tipo de seguro aumentou consideravelmente. Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira.
Seguro de vida não é herança
Fonte: Por Paulo Dóron Rehder de Araujo.
http://www.otaboanense.com.br/noticia/1623/seguro-de-vida-n%C3%A3o-%C3%A9-heran%C3%A7a/
É cada vez mais comum nos dias atuais que as pessoas tenham seguros de vida. Com a estabilidade econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos, o número de pessoas que aderiu a esse tipo de seguro aumentou consideravelmente. Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira. As pessoas estão vivendo mais e, por isso, tendem a tomar providências que garantam conforto financeiro a seus entes queridos mesmo após a morte.
Justamente por se referir a um pagamento que é feito depois da morte do segurado é que muitas pessoas confundem o seguro de vida com herança. Entretanto, herança e seguro de vida são coisas completamente diferentes.
A herança é o direito dos herdeiros de ficar com o patrimônio que pertencia ao parente que morreu. Todos os bens e direitos da pessoa morta são transferidos aos herdeiros, que são seus filhos, a esposa ou companheira, seus pais e, na falta destes, os irmãos, sobrinhos, tios e primos. Se uma pessoa recebe herança de alguém, ela normalmente recebe os bens e as dívidas daquela pessoa.
Já o seguro de vida é um contrato feito entre uma pessoa (segurado) e uma companhia seguradora. Ali, o segurado se compromete a pagar valores periódicos (chamados de prêmio) e em troca a seguradora garante o pagamento de uma indenização a pessoas indicadas por ele na proposta de seguro. Essa indenização só é paga em caso de morte do segurado e quem é indicado para receber esse valor é chamado de beneficiário.
O direito de receber uma indenização decorrente de seguro de vida não faz parte dos bens que compõem a herança do segurado, por expressa disposição do Código Civil brasileiro (artigo 794).
Dessa forma, o seguro de vida pode ser deixado para outras pessoas que não os filhos, a esposa ou a companheira do segurado. Basta preencher a proposta de seguro indicando uma pessoa como beneficiária e ela passa a ter direito à indenização a ser paga pela seguradora, seja herdeira ou não.
Além disso, mesmo se os beneficiários do seguro de vida forem os próprios herdeiros do segurado, eles não precisarão incluir o dinheiro recebido da seguradora no inventário. Com isso, não haverá possibilidade de as dívidas deixadas pelo segurado impedirem o recebimento da indenização do seguro. E também não será preciso pagar o imposto sobre heranças (ITCMD), que no Estado de São Paulo equivale a 4% dos bens deixados.
No que interessa, então, a diferença entre herança e seguro de vida permite aos herdeiros economizar tributos e os isenta de ter de usar o valor recebido para pagar dívidas deixadas pelo segurado. E mais, permite ao segurado deixar um valor em dinheiro para alguém que não seja seu herdeiro. A lei garante esses direitos aos herdeiros e aos segurados, é importante que eles saibam disso.
Paulo Dóron Rehder de Araujo é advogado, sócio de Marcelo Neves Advogados & Consultores Jurídicos, doutorando em Direito Civil pela Faculdade de Direito da USP e professor do GVLaw e da pós-graduação em Direito da Escola Paulista de Direito - EPD. Foi Procurador do Município de Guarulhos.
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Fonte: InfoMoney | Gladys Ferraz Magalhães
Os seguros do tipo prestamista, de vida em grupo conjugado com acidentes pessoais e assistência funeral devem ser os primeiros produtos de microsseguro a surgirem no Brasil, segundo consta do relatório final da Comissão Consultiva de Microsseguro.
Concluído no último mês de setembro, o documento diz também que a legislação de microsseguros deve estabelecer parâmetros objetivos para o segmento, como vigência mínima; importância segurada máxima, definida por ramo de seguro; prazo máximo para liquidação de sinistros (inferior ao prazo fixado para seguros tradicionais); formas de contratação (por bilhetes ou apólices); além da documentação máxima exigida em caso de sinistro, também definida por ramo.
A legislação deve determinar ainda as condições de comercialização e requisitos necessários, como custo máximo de apólice; necessidade de aprovação prévia de produtos; canais de distribuição permitidos; critérios e requisitos de governança, conduta de mercado, entre outros.
Microsseguros
Previsto para entrar no mercado brasileiro até 2011, os microsseguros tem expectativa de movimentação de, no mínimo, R$ 1,5 bilhão nos dois primeiros anos.
Criado para atender às necessidades específicas da população de baixa renda, sob uma nova regulamentação e com canais de vendas diferenciados, para a Susep (Superintendência de Seguros Privados), o produto contribuirá para diminuir o hiato entre a pequena parcela da população protegida por seguros e a grande quantidade de pessoas sem nenhuma proteção.
"O microsseguro será uma ferramenta de inclusão social, autossustentável e trará benefícios para todos, principalmente para a população de baixa renda que terá, pela primeira vez, um seguro acessível. As pessoas terão condições de contratar coberturas para proteger seu patrimônio contra os risco. Ao mesmo tempo, possibilitará novos negócios para o mercado segurador", avalia o superintendente da Susep, Armando Vergílio dos Santos Júnior.
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Cuidados que se deve ter na hora de alugar um imóvel
o seguro-fiança pode ser contratado por uma seguradora, que cobra uma taxa mensal para cobrir eventual calote no aluguel. Há ainda a caução, que permite a quem aluga dar bens pessoais (carros, eletrodomésticos, imóveis e até dinheiro) como garantia do cumprimento do contrato. A caução em dinheiro geralmente representa o equivalente a três meses de aluguel.
Cuidados que se deve ter na hora de alugar um imóvel.
Você sabia que existe uma lei que regula contratos de aluguel e que locatários e locadores têm direitos e deveres? Alugar um imóvel implica em estar bem informado. O primeiro passo é saber, por exemplo, que existe um índice de inflação específico para reajustar o preço do aluguel. A seguir, algumas respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.
Qual o primeiro passo para alugar um imóvel?
Pesquisar por conta própria casas e apartamentos numa determinada região ou escolher uma imobiliária para fazer o serviço é o primeiro passo. Antes de assinar o contrato de aluguel é importante saber que o país tem a Lei 8.245/91, ou Lei do Inquilinato, que rege os direitos e deveres do locador e do locatário.
Quais são as obrigações do dono do imóvel?
A Lei do Inquilinato diz que a pessoa ou empresa responsável pelo aluguel é obrigada a entregar o imóvel em boas condições de uso, ou seja, com peças sanitárias, sem vazamentos graves, sem infiltrações ou mofo que tragam risco à saúde e fornecer uma discrição minuciosa da moradia. Quem aluga também deve assumir os reparos dos defeitos existentes antes que o espaço seja ocupado. Além disso, é o dono ou a imobiliária responsável pelo imóvel quem deve entregar recibos dos pagamentos (boleto bancário é aceito como recibo), pagar impostos, taxas extras de condomínio e seguro complementar contra fogo.
E os deveres de quem aluga uma casa ou apartamento?
Quem está alugando uma casa ou um aparamento também deve seguir regras impostas pela Lei do Inquilinato, sob o risco de ter de encarar uma ação de despejo. A obrigação mais importante para o inquilino é o pagamento do aluguel sem atraso (normalmente, os contratos estipulam o quinto dia útil para o vencimento do aluguel), além do seguro-fiança, caso tenha sido contratado.
Assim como o locador deve oferecer um imóvel em boas condições de uso, é obrigação do morador cuidar do local como se fosse seu. O locatário não pode alugar um imóvel residencial e usá-lo para fins comerciais e vice-versa.
No momento da saída, o inquilino deve entregar o imóvel da forma como o recebeu (grande parte das imobiliárias exige pintura de todas as paredes). O locatário também é obrigado a entregar ao locador as correspondências do proprietário do imóvel. Contas de telefone, água, luz, gás e despesas ordinárias, no caso de condomínios, ficam a cargo de quem aluga.
É possível fazer um contrato de aluguel sem fiador?
Dificilmente. Caso a pessoa não tenha um fiador, ela pode apresentar outros tipos de garantia, como o seguro-fiança e a caução. A fiança é a mais tradicional, assumida por alguém indicado pelo locador para se responsabilizar caso as obrigações assumidas no contrato de aluguel não sejam cumpridas.
Já o seguro-fiança pode ser contratado por uma seguradora, que cobra uma taxa mensal para cobrir eventual calote no aluguel. Há ainda a caução, que permite a quem aluga dar bens pessoais (carros, eletrodomésticos, imóveis e até dinheiro) como garantia do cumprimento do contrato. A caução em dinheiro geralmente representa o equivalente a três meses de aluguel.
Qual é o tempo médio de um contrato de aluguel?
Normalmente um contrato dura três anos, com direito à renovação. Aluguéis por períodos mais curtos, porém, podem ser negociadas. No caso de contratos de três anos, o proprietário pode solicitar a saída do inquilino, prática conhecida por denúncia vazia.
Como funciona o reajuste no preço do aluguel?
Só pode ser feito baseado em um índice de inflação mencionado no contrato. Na maioria dos casos, o aluguel é reajustado anualmente, de acordo com a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado), calculado pela Fundação Getulio Vargas. Se você quiser saber mais sobre as variações do índice, basta entrar no site da FGV.
O locador pode mudar o valor do aluguel?
Isso é uma prática conhecida como revisão do aluguel e tem por objetivo atualizar o preço de acordo com o que é cobrado no mercado. Normalmente é solicitada pelo dono do imóvel quando o valor do aluguel está baixo demais em relação a imóveis do mesmo padrão. A revisão pode ser feita somente depois de três anos de vigência do contrato de locação.
Se o aluguel não for pago em dia, o locador pode pedir a saída do inquilino?
Pela Lei do Inquilinato, a falta de pagamento pode implicar em ordem de despejo. Mas os atrasos podem ser negociados. Se for apenas questão de dias de atraso, o inquilino pagará o aluguel com multa estipulada no contrato.
O que o inquilino deve fazer se precisar deixar o imóvel antes do fim do contrato de aluguel?
O inquilino tem 30 dias para avisar o proprietário que deixará o imóvel. Isso deve ser feito por escrito e protocolado com o dono do imóvel ou com a imobiliária. O locatário terá de pagar uma multa por rescisão contratual (definida no contrato). Não é obrigatório o pagamento de multa se o inquilino deixar o imóvel por causa de transferência no emprego, mas precisará comunicar o locador com 30 dias de antecedência.
Em caso de problemas a quem recorrer?
Caso um problema não seja resolvido por meio da negociação entre as partes, o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) ajuda a resolver queixas de locatário.
A era do batom no seguro
Como deixá-las mais seguras
No segmento de seguros, a estratégia para atrair as mulheres está nos serviços agregados. Eles funcionam como uma espécie de chamariz para evitar que a mulher herde o corretor do pai ou do marido. Desenvolvidos especialmente para atender demandas femininas e sem custo adicional, os serviços agregados preveem, por exemplo, trocas ilimitadas de pneus previstas em apólices de veículos ou acompanhantes em caso de registro de boletim de ocorrência em delegacias.
"Para sair do conceito de commodity é preciso apostar na diferenciação da carteira. Nós começamos pela mulher em virtude da sua representatividade", afirma o vice-presidente de vendas e marketing da Sulamérica, Marcus Vinícius Martins. Atualmente, as mulheres respondem por 43% da carteira de automóveis da seguradora.
Já a área de seguros do Itaú-Unibanco aposta em uma estratégia que combina abordagem diferenciada e produtos para ambos os gêneros, mas que têm como atrativo coberturas e serviços adicionais específicos para elas. Segundo o banco, oferecer serviços que as mulheres possam usufruir em vida - como tratamentos estéticos - é uma forma de incentivar o interesse delas por seguros de vida. Atualmente as mulheres respondem 10% dessa carteira do Itaú-Unibanco, que desde 1998 oferece uma modalidade específica para o público feminino.
fonte: portal Exame
Renato Carrelas
Porto Seguro lança vantagem inédita no seguro para estimular a gentileza no trânsito: clientes Auto sem pontos na carteira ganham 5% de desconto
Quem circular a maior parte do tempo na Região Metropolitana de São Paulo e estiver sem pontos registrados na habilitação, conta com 5% de desconto no seguro automóvel da Porto Seguro (www.portoseguro.com.br). A prática, inédita no mercado segurador, é válida a partir de 1º de março e integra uma das ações já desenvolvidas pela Companhia para estimular os motoristas a serem mais cuidadosos e gentis no trânsito, por meio do Movimento ‘Trânsito Mais Gentil’ (www.transitomaisgentil.com.br). Outro objetivo é incentivar os condutores a evitarem práticas que possam gerar autuações: só na capital paulista, quase R$ 500 milhões devem ser arrecadados com multas ao longo de 2010.
“Partimos da premissa de que os motoristas com ‘zero’ pontos na carteira devem conduzir seus veículos com mais cautela, e que isso pode ser uma decorrência de quem promove mais a gentileza no trânsito. Por isso, decidimos valorizar essa atitude com 5% de desconto no prêmio líquido do seguro”, conta Marcelo Sebastião, diretor do ramo auto da Porto Seguro.
O desconto será concedido tanto para quem já é segurado Auto Porto Seguro, como para novos clientes que contratarem o seguro. Na renovação, o segurado poderá obter novamente a vantagem, desde que não tenha tomado pontos durante a vigência anterior. “Com esse estímulo, queremos incentivar os condutores a terem um comportamento que priorize boas práticas à direção”, explica Sebastião.
Além do benefício ‘sem pontos’, clientes Porto Seguro Auto obtêm mais descontos no valor do seguro ao pagá-lo com o cartão Porto Seguro Visa, que pode ser solicitado diretamente ao corretor. A utilização do cartão no dia a dia também gera descontos e benefícios por conta do programa de relacionamento. Saiba mais em www.cartaoportoseguro.com.br.
Multas e arrecadação recordes
Segundo números da Prefeitura de São Paulo, a aplicação de multas na cidade atingiu recorde de arrecadação em 2009: cerca de R$ 473,1 milhões, 22,6% a mais em relação a 2008. A estimativa para este ano é arrecadar cerca de R$ 495 milhões.
Gráfico 1: Arrecadação de multas

Ainda de acordo com dados da Prefeitura, o número de autuações também cresceu nos últimos anos. Só no primeiro semestre de 2009, foram 3,2 milhões de aplicações, 36% a mais na comparação com o mesmo período do ano anterior. O balanço final de 2009 ainda está sendo fechado.
Gráfico 2: Multas aplicadas

*Estimativa
**Números referentes ao 1º semestre
Conscientização com humor
O movimento “Trânsito mais Gentil” envolve ações que estão programadas para acontecer durante todo o ano de 2010. Vídeos e outros materiais serão veiculados principalmente na internet e em canais de televisão a cabo. É possível acompanhar vídeos e ações pelo site da campanha: www.transitomaisgentil.com.br. Os internautas também podem seguir o “transitogentil” no Twitter.
“A idéia da campanha surgiu a partir da percepção de que a intolerância no trânsito tem aumentado”, explica Fabio Luchetti, vice-presidente executivo da Porto Seguro. “O tempo gasto com transporte já é suficientemente estressante. Por isso, nossa intenção é estimular a reflexão por meio do humor e do testemunho de figuras públicas, que também são motoristas, para que as pessoas evitem ou não agravem situações que diariamente causam mais desgaste e até mesmo violência nas ruas”, completa.
Para gravar os vídeos, a Companhia convidou personalidades que atuam em novelas, programas de humor, comédias “stand-up”, entre outras. Já aderiram à campanha os atores Malvino Salvador, Rodrigo Lombardi e Marco Ricca; as atrizes Alessandra Maestrini (a “Bozena” de Toma Lá Dá Cá), Giovanna Antonelli, Regiane Alves e Bárbara Paz; e o apresentador e humorista Marco Luque, do “CQC”.
Comportamento humano e trânsito
Para desenvolver as ações que serão promovidas ao longo da campanha, a Porto Seguro se baseou em diversos estudos sobre a relação entre comportamento humano e trânsito. Entre as fontes consultadas, estão alguns estudos, como “Driving Anger Scaler” (Deffenbacher, Oetting e Lynch, 1994), que identificou as situações que mais “irritam” o motorista no trânsito (dirigir colado à traseira do carro; com o farol alto aceso; ultrapassagem pela direita; pedestre que atravessa a rua lentamente; congestionamentos; buzinaço; entre outras). Levantamentos de instituições de trânsito brasileiras, como o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estimam que, todos os anos, 35 mil pessoas morrem no País vítimas de acidentes de trânsito causados por falha humana.
Novidade para os clientes do Porto Seguro Auto. Para facilitar ainda mais o atendimento prestado aos segurados nos casos de sinistro que superem o valor da franquia, a Porto Seguro está disponibilizando um novo benefício: a possibilidade de deixar o veículo no Posto de Atendimento de Sinistro Porto Seguro e pegar um carro extra, que poderá ser utilizado até o término do reparo.
A equipe do Porto Seguro Auto enviará o veículo sinistrado para uma oficina referenciada e acompanhará a execução do serviço. Quando o reparo estiver concluído, o segurado poderá optar por retirar na oficina ou no próprio posto de atendimento. “Em um procedimento habitual, o segurado poderia comprometer até meio período do seu dia entre comunicar o sinistro, levar o automóvel até a oficina e passar em uma locadora para retirar o carro-reserva. Com o lançamento do serviço, nossa expectativa é reduzir para cerca de 40 minutos o tempo de atendimento ao cliente”, destaca o diretor do ramo Auto da Porto Seguro, Marcelo Sebastião.
Ele explica que, assim que são concluídos todos os reparos, a companhia entra em contato com o cliente para que vá buscar o veículo.
O cliente poderá utilizar o benefício do carro-reserva por tempo indeterminado, independente da cláusula de assistência contratada. O segurado que não quiser o carro reserva terá 25% de desconto na franquia, podendo dividi-la em até quatro vezes, e ainda terá o serviço de leva-e-traz, que oferecerá táxis de empresas parceiras da companhia para levá-lo até o destino desejado. “Recentemente, sofri um sinistro e utilizei o benefício. Fui bem atendido, os funcionários com quem falei foram muito prestativos. Senti-me tranquilo para entregar o carro à seguradora, que honrou todos os compromissos assumidos. Sobre o serviço de leva-e-traz, atesta o segurado Romeu Galiano Zanelli Júnior.
O segurado que possui a cláusula Porto Socorro Mais em sua apólice poderá se beneficiar com o carro extra e com o desconto na franquia.[2]
O serviço está disponível para segurados Auto na Grande São Paulo e em diversos estados do Brasil. Confira as localidades acessando www.portoseguro.com.br/pas.
Pelo aparelho, segurados Auto da Companhia já podem solicitar guinchos, consultar estabelecimentos que oferecem benefícios em todo o País e verificar situação das rotas cadastradas no serviço ‘Porto Vias’, entre outras funcionalidades
Para oferecer aos segurados a comodidade de aproveitar diversos serviços e benefícios de maneira mais prática, o Porto Seguro Auto (www.portoseguro.com.br/auto) lança o seu aplicativo para iPhone. Pelo recurso, clientes com seguro de Automóvel da Companhia que utilizam o aparelho podem, por exemplo, solicitar guinchos sem precisar ligar para a Central de Atendimento; verificar em quanto tempo o socorro vai chegar; consultar a relação de estabelecimentos credenciados que oferecem benefícios em todo o país; e ainda saber como está o trânsito nas rotas cadastradas no portal 'Porto Vias'.
"Desenvolvemos o aplicativo para facilitar o acesso aos serviços e benefícios que o Porto Seguro Auto oferece, explorando os recursos que o iPhone disponibiliza", explica Rafael Caetano, gerente de Canais Eletrônicos e Marketing Direto da Porto Seguro. "Com o diferencial de que, pelo iPhone, o cliente conta com mais recursos para acessar e utilizar esses conteúdos", completa.
Pelo aplicativo do aparelho, estão disponíveis os seguintes serviços:
Solicite um guincho: o segurado solicita o guincho sem precisar ligar para a Central de Atendimento Porto Seguro Auto. Utilizando sistema de GPS, o aplicativo envia os dados referentes à geolocalização do cliente à Central, que verifica o guincho que está mais próximo para prestar atendimento;
Em quanto tempo o socorro chega: uma vez solicitado o guincho, o cliente também pode acompanhar a localização do veículo encaminhado para o atendimento e ter uma estimativa de tempo para chegada do socorro. O aplicativo envia os dados de localização do segurado via Webservice e este devolve ao aparelho as coordenadas de posicionamento do guincho, exibidas na interface do sistema de GPS do iPhone;
Benefícios sempre próximos: mostra no aparelho a relação completa de estabelecimentos credenciados onde os clientes podem aproveitar diversos benefícios, em todo o país. O aplicativo disponibiliza dois tipos de busca: por "Proximidade", em que o usuário obtém informações sobre os pontos mais próximos ao local onde está no momento da consulta; e "Filtrada", na qual o segurado define os parâmetros para a busca, como Estado, cidade e bairro. Após a consulta, é possível inclusive traçar rotas para chegar ao estabelecimento, via GPS, ou verificar a localização no mapa;
Portovias: pelo aplicativo, o cliente configura seu login e senha de acesso ao portal. No momento do uso, essas informações são enviadas pelo Webservice, que retorna ao aparelho as rotas cadastradas pelo usuário para que consulte, sempre que precisar, as condições de trânsito desses trajetos, em tempo real.
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IPhone falicita a vida dos consumidores de seguros
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Fonte: Escola Nacional de Seguros
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O BB Seguro Auto disponibiliza aos seus clientes um aplicativo para iPhone que permite o acesso a informações relevantes a qualquer momento, como assistência 24 horas, situação do trânsito em tempo real, localização de endereços, rotas, entre outros. Caso ocorra uma emergência em local desconhecido, por exemplo, o motorista pode consultar o aplicativo para localizar reboque e socorro, mecânicas e borracharias, polícia, farmácia e drogarias, hospitais e postos de saúde, hotéis e pousadas, concessionárias e peças, metrô e táxi. Mais informações podem ser encontradas através do site www.bbseguroauto.com.br.
A SulAmérica também disponibiliza facilidades pelo iPhone e smartphone, dando mais comodidade e mobilidade aos usuários. Através desse serviço é possível contatar as Centrais de Atendimento, consultar descontos e benefícios oferecidos pelo seu produto, buscar por endereços dos postos de vistoria, localizar oficinas referenciadas e Centros Automotivo de Super Atendimento - C.A.S.A.s, ter informações sobre o seu plano de saúde, consultar reembolsos e validações prévias de procedimento, além de outras facilidades. O serviço é gratuito e fácil de acessar, através do endereço www.sulamericamobile.com.br.
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Concorrência tende a aumentar
Odesaquecimento da economia aliado à queda dos juros, mais o aumento da sinistralidade, fizeram do primeiro semestre um período difícil para o mercado de seguros, que viu a lucratividade desabar 10,5% sobre janeiro a junho de 2008, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Mas o quadro adverso tende a melhorar nesta segunda metade do ano, pelo menos é o que espera o presidente e CEO da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, que prevê um semestre bastante competitivo. O executivo julga inevitável o acirramento da concorrência porque as seguradoras vão querer suavizar a redução do lucro amargada nos primeiros seis meses do ano. Para Acacio Queiroz, a maximização do resultado e a procura pela economia de escala vão nortear os negócios de seguros daqui para a frente. A associação entre Itaú Unibanco e a Porto Seguro, de acordo com ele, segue essa linha, envolvendo a expertise da seguradora e os pontos de vendas da instituição financeira. "Não, a Chubb não planeja comprar companhias nem carteiras", descarta, quando indagado se os planos de expansão da seguradora também incluem aquisições. "O nosso crescimento será orgânico, como tem sido nos últimos anos, e a distribuição de produtos focada principalmente no corretor de seguros", complementa. E é na reação econômica que o executivo aposta, como alguns indicadores já apontaram no segundo trimestre. Apesar de previsões que apontam queda do Produto Interno Bruto, Acacio Queiroz crê em alta de 0,5% a 1% do PIB neste 2009.
OTIMISMO. O crescimento, segundo ele, virá do varejo, da indústria e dos serviços, o que vai
impactar positivamente na atividade de seguros, da mesma forma que o aumento do crédito. Em sua análise, ele lembra ainda os efeitos positivos que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do projeto Minha Casa, Minha Vida exercem sobre algumas modalidades de seguros, como os de construção, garantia contratual e imobiliário. Com a recuperação da economia, que está voltada para o mercado interno, Acacio Queiroz projeta crescimento de 15% nas vendas de seguros no segundo semestre, com o ano fechando em alta de 10%. Na avaliação dele, o crescimento da Chubb chega a dezembro entre 10% a 12%, com aumento da lucratividade. Ele comenta que a seguradora fez e continua fazendo o dever de casa para isso, com ações que contemplam, principalmente, a austeridade nas despesas administrativas e o rigor no gerenciamento de riscos, para conter o avanço da sinistralidade e obter uma compensação da queda do resultado financeiro. Acacio Queiroz diz que o lançamento de produtos, a maioria no primeiro semestre, também reforça o posicionamento estratégico da seguradora no mercado para os próximos meses. Nessa linha, a empresa adicionou à oferta produtos para vinícolas, de automóvel para mulheres e de responsabilidade civil para eventos. Ele adianta, sem detalhar, que mais dois produtos chegam ao mercado até o final do ano. Um dos seguros será voltado para o setor de prestação de serviços e o outro, para a área de tecnologia.
Revista Exame – SP, 09/09/2009, Finanças, 60 a 62
É tudo ou nada
Guilherme Fogaça
O Bradesco foi protagonista de dois dos maiores negócios do mercado financeiro brasileiro nos últimos meses. Mais de uma vez, tentou negociar uma fusão com o Unibanco, instituição que aparecia como peça decisiva para definir quem seria o líder do setor bancário no país. Por muitos meses, esteve próximo de firmar uma associação com a Porto Seguro, uma das maiores e mais rentáveis seguradoras brasileiras, líder no segmento de automóveis. O Bradesco, o poderoso banco da Cidade de Deus, porém, não levou nem um nem outro. Nos dois casos, o Itaú tomou a dianteira. Primeiro, fundindo-se ao Unibanco e, depois, associando-se ao empresário Jayme Garfinkel, da Porto Seguro. "Por quê?" é uma pergunta inevitável. O que fez com que o Bradesco deixasse tais negócios escaparem nos últimos momentos?
Poder -- ou a opção dos banqueiros da Cidade de Deus pelo controle das operações -- é uma boa resposta. Executivos ligados ao Bradesco afirmam que manter os negócios da área financeira sob as rédeas da cúpula é uma das regras da instituição. "Esse comportamento não é uma coincidência: a direção pensa dessa forma. Para o Itaú, trazer alguém de fora para ocupar um dos principais cargos de comando não quebra nenhuma filosofia de trabalho. Para o Bradesco, sim", diz um ex-alto executivo da instituição. Oficialmente, o banco nega. "Ter o controle não é pré-condição. Isso não faz parte de nossa alma corporativa", diz Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco. Na história da instituição, porém, os exemplos mostram que o banco tem o costume de só aceitar uma união sem estar no bloco de controle ou sem ter poder de veto quando se trata de um setor que foge de sua atividade principal -- em abril, o Bradesco comprou 20% da Integritas, holding dos laboratórios Fleury, de São Paulo. O Bradesco não confirma, mas consta que chegou perto de comprar o Unibanco há cerca de dez anos -- o negócio não teria saído, entre outros motivos, porque não havia acordo sobre como seria a participação do
controlador do Unibanco, Pedro Moreira Salles, no banco resultante do acordo. No recente caso da Porto Seguro, a história seguiu um script diferente, mas com o mesmo final. As negociações entre a seguradora e o Bradesco duraram cerca de oito meses e a principal divergência era a estrutura de comando. O Bradesco exigia que as decisões estratégicas fossem tomadas em conjunto, enquanto o presidente da Porto Seguro, Jayme Garfinkel, queria autonomia para tocar o negócio. Não houve acordo. Hoje, Moreira Salles tem o controle compartilhado e o posto de presidente do conselho do Itaú Unibanco. E Garfinkel, após ter vendido 30% de sua empresa, continua à frente da gestão da Porto Seguro. No caso da seguradora, a ironia é que o Bradesco facilitou -- sem intenção -- a união com seu maior concorrente. "Na negociação com o Bradesco, as ideias foram amadurecendo. Se não fosse isso, não saberia montar o acordo que fechamos em pouco tempo com o Itaú Unibanco", diz Garfinkel. Alguns executivos oriundos do Unibanco -- mais abertos a acordos que não envolvem o controle -- estavam entre os maiores entusiastas do negócio. É possível que uma associação minoritária com a Porto Seguro não fosse imprescindível para o Bradesco, já que o banco possui uma forte atuação em todos os segmentos do mercado de seguros -- ao contrário do Itaú Unibanco, que era fraco na área de automóveis. Fora isso, é bom lembrar que o Bradesco não está só em sua estratégia. O espanhol Santander saiu da 73a posição na lista dos maiores do mundo por patrimônio em 1992 para o décimo lugar atual seguindo exatamente a mesma cartilha de sempre procurar ditar as regras. Ainda assim, o mercado se pergunta se a prática de não abrir mão de poder é sustentável no Brasil de hoje. "O mercado brasileiro é muito atraente e muitos grupos estrangeiros querem vir para cá", diz Ricardo Almeida, professor de finanças do Insper. Além disso, a competição das grandes instituições nacionais pelas seguradoras menores está cada vez
mais acirrada -- o Banco do Brasil é um dos que estão em busca de parcerias. No promissor setor de seguros, em que o Bradesco tem a maior fatia do mercado, a liderança já foi bem mais folgada -- a distância para o segundo colocado, o Itaú Unibanco, caiu mais de um ponto percentual em um ano. (Isso sem contar a compra de 30% da Porto Seguro.) "O Bradesco pode acreditar que a gestão interna é o melhor para a companhia, mas isso fará com que continue perdendo algumas boas oportunidades", afirma Jorge Maluf Filho, sócio especializado em finanças da consultoria Korn Ferry International.
Mogi News – Mogi das Cruzes,22/08/2009, Região, 11
Top of Mind premia marcas suzanense
A solenidade de premiação do Top of Mind Diário do Alto ietê/Ibope, com a chancela do Grupo Mogi News, reuniu cerca de 500 pessoas, entre premiados, autoridades e convidados na noite de ontem, no Salão Social do Suzano Futebol Clube, o Suzaninho. Em sua segunda edição, o evento, que premia as marcas mais lembradas pelo consumidor suzanense, foi marcado pela emoção dos empresários premiados. Neste ano, das 20 categorias contempladas com o Top 12 conquistaram o troféu pelo segundo ano, sinalizando que o consumidor é mesmo fiel a uma marca, desde que ela ofereça um serviço de qualidade. A pesquisa Top of Mind (ou lembrança de marca) é um dos principais indicadores para empresários e publicitários na definição das estratégias de construção de marca. Em seu discurso, bastante emocionado, o diretor presidente do Grupo Mogi News, Sidney Antonio de Moraes, destacou a importância do prêmio, e consequentemente, a conquista dele por parte dos comerciantes de Suzano. "Este troféu tem um significado muito grande para os premiados, que trabalharam, e muito, para conquistá-lo. Ele não caiu do céu. E vocês (convidados) vão saber o motivo pelo qual eles foram consagrados na
DAT Revista Especial do Top of Mind, que conta a trajetória brilhante de cada um dos premiados" : Ainda durante a abertura do evento, Moraes falou sobre o mais novo projeto do Grupo MN, a TV Mogi News, cuja estreia está marcada para o próximo dia 10 de Setembro, às 13h30, pelo canal 10 (sistema analógico) e canal 3 (sistema digital) da TV a cabo Net. O presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Sazano, Decio Modroni, acredita que o Top of Mind é um bom motivo para que as empresas invistam mais em sua marcas: "Quem sai ganhando é o consumidor, pois ele sabe diferenciar o bom do ruim".
A Porto Seguro é citada na tabela “Top of Mind”
Valor Econômico – SP, 04/09/2009, Finanças, C-1
Porto quer crescer fora de SP
Altamiro Silva Júnior
A Porto Seguro, maior seguradora de automóveis do país, se prepara para crescer fora de São Paulo. Líder isolada no mercado paulista, a Porto tem presença menor em outras regiões do país. Mas isso deve mudar após o negócio fechado com o Itaú Unibanco. "Ganhamos da noite para o dia uma rede nacional de distribuição de 4.900 pontos", disse ao Valor o presidente da Porto, Jaime Garfinkel. A Porto já vinha tentando há alguns anos diminuir o peso de São Paulo em sua carteira de automóveis. Na abertura de capital da empresa, em 2004, essa era uma promessa feita aos investidores. Agora, a estratégia ganha impulso extra, pois no acordo com o Itaú Unibanco, a Porto terá direito de vender seus seguros aos clientes do banco em todo o país. Mesmo perdendo noites de sono há vários dias e não conseguindo mais andar de bicicleta, seu hobby predileto, Garfinkel está animado com as perspectivas que o acordo abriu para a Porto. A companhia ganhou escala maior para competir no mais disputado ramo do mercado de seguros brasileiro, o de automóvel. "Tenho costas quentes agora", brinca o executivo. O segmento deve movimentar cerca de R$ 18 bilhões este ano em prêmios. A fatia da Porto, quando se inclui a carteira do Itaú, deve ficar na casa dos 28% desse mercado. Vai ser difícil tirar a Porto do topo do ranking, diz um consultor do mercado. Apesar do sucesso do negócio, inédito para o
mercado segurador brasileiro, Garfinkel diz que "ele não garante sucesso futuro". Por isso, ele prevê um período de trabalho extra até a consolidação do modelo, que ainda precisa ser
aprovado pelas autoridades regulatórias brasileiras. "A operação dá um embalo fantástico para a Porto, mas temos que saber aproveitar esse embalo." Em um segundo momento, após essa consolidação, a parceria pode ser expandida para outros ramos do setor de seguros. Para o mercado internacional, o acordo prevê acesso à rede do Itaú no Uruguai. A Porto também tem uma seguradora no país vizinho e deve aproveitar os pontos de venda do banco por lá. Para tocar a Porto no novo cenário pós-associação com o Itaú, Garfinkel tem carta branca. "O banco me deu liberdade total." Esse ponto foi fundamental para o fechamento do negócio por um simples motivo. "Queria o controle da operação porque não sei gerir um negócio de outro jeito", diz Garfinkel. Ele toca a Porto desde 1978, quando seu pai, que havia comprado a seguradora em 1972, morreu. Garfinkel pretende aproveitar alguns modelos da seguradora de carros do Itaú, como no caso da regulação de sinistros. Alguns serviços extras para os clientes que eles oferecem (e a Porto não) também podem ser incorporados. Garfinkel também pretende aproveitar os corretores e pensa em formas de colocar os corretores da Porto nas agências do Itaú. Mais do que uma estratégia de crescimento, a operação fechada com o Itaú tem como objetivo garantir a "perenidade" e a "solidificação" da empresa, diz ele.
Bancos se consolidam na venda de apólices
Maria Christina Carvalho e Altamiro Silva Júnior, de São Paulo
Os bancos estão se consolidando como distribuidores de seguros dos chamados ramos
elementares, que incluem apólices de automóveis e residências. Com exceção do Bradesco, praticamente todos os outros grandes bancos, como HSBC, Banco Real e agora o Itaú Unibanco, passaram essa área para seguradoras e optaram por distribuir as apólices nas agências. "Os banqueiros normalmente não entendem o seguro de automóveis, nem têm especial predileção pela área", diz Luiz Campos Salles, ex-presidente da Itaú Seguros e agora um consultor do segmento. No geral, apólices de autos geram atritos frequentes com os clientes, envolvendo sinistros e orçamentos. Ao contrário dos chamados produtos de acumulação financeira, como o seguro de vida e previdência complementar (o VGBL), os preferidos dos bancos. "Enquanto fui presidente de seguradora nunca li uma apólice do princípio ao fim." No caso da associação do Itaú com a Porto, Campos Salles diz que a seguradora fez do seguro de carros um produto rentável. "O Itaú não gostava do ruído que o seguro de automóveis fazia." Já no caso do Bradesco, avalia Campos Salles, a especialização em seguros surgiu em um momento histórico, com a ligação entre o banqueiro Amador Aguiar e Antônio Carlos de Almeida Braga (o Braguinha), dono da seguradora Atlântica Boavista, que foi comprada pelo Bradesco. "Com o tempo, a seguradora tornou-se muito importante a ponto de o presidente do banco ter saído
dela." Marco Antonio Rossi, diretor-presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, diz que o banco tem "vocação" para a área de seguros e uma experiência de mais de 70 anos no setor, operando em todos os ramos do segmento. "É uma opção de modelo que é vitoriosa. Uma estratégia que é reconhecida como vencedora", diz ele. Por esse motivo, Rossi diz que o banco não pretende mudar seu "norte" e está preparado para se expandir no segmento, que tem potencial "excepcional" de crescimento.
Tribuna do Norte – Natal, 25/08/2009, Economia, 06
MAIS SEGURO
O Itaú Unibanco Holding e Porto Seguro celebraram uma associação para unificar suas
operações de seguros residenciais e de automóveis, bem como acordo operacional para oferta e distribuição, em caráter exclusivo, de produtos securitários residenciais e de automóveis para os clientes.
Folha de Pernambuco –PE, 25/08/2009, Economia, 03
Itaú Unibanco e Porto Seguro unem operações
O Itaú Unibanco e a Porto Seguro informaram ontem que fecharam associação visando à
unificação de suas operações de seguros residenciais e de automóveis. Afirmaram ainda que firmaram também acordo operacional para oferta e distribuição, em caráter exclusivo, de
produtos securitários residenciais e de automóveis para os clientes da rede Itaú Unibanco no Brasil e no Uruguai. A associação vai envolver um montante de R$ 1,7 bilhão, o que equivale a 30% do capital social da Porto Seguro, em dados de ontem. Na troca, o Itaú Unibanco vai transferir a totalidade de ativos e passivos relacionados da sua atual carteira de seguros residenciais e de automóveis para uma nova companhia denominada Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência. Essa empresa, por sua vez, com patrimônio líquido de R$ 950 milhões, será transferida para a Porto Seguro que, em contrapartida, emitirá ações que representarão 30% de seu capital social. “Estamos muito felizes com esta associação, pois traz a liderança em seguros nos ramos de automóvel e residência, com 3,4 milhões de automóveis e 1,2 milhão de residências seguradas. Vamos poder oferecer aos clientes uma gama diversificada de produtos e serviços através das diversas empresas que passam a compor o grupo”, afirmou o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal. “Com esta operação, a Porto Seguro e o Itaú Unibanco passarão a oferecer o que há de mais completo no mercado brasileiro para seus milhões de clientes”, disse o presidente da Porto Seguro, Jayme Garfinkel. Os executivos e colaboradores do Itaú Unibanco que atuam na área de seguros de automóvel e residência serão alocados na Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência. A Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência passará a ser gerida pela Porto Seguro, que assim contará com as marcas Porto Seguro, Itaú Unibanco e Azul.
Jornal da Cidade – Bauru, 26/08/2009, Cultura, 01
A edição 2009 do Prêmio Porto Seguro de Fotografia divulgou ontem seus ganhadores. Sofia Borges venceu na categoria Pesquisas Contemporâneas. Breno Rotatori foi premiado como revelação. Felipe Bertarelli ganhou na categoria SP, e Andréa Bernardelli no segmento Brasil. O júri deu a Miguel Rio Branco uma estatueta especial. A entrega dos prêmios será feita no dia 6 de outubro.
MERCADO SEGURADOR
Jornal do Commercio- RJ, 04/09/2009, Seguros, B-6
Zurich abre em Minas 1o centro automotivo
A Zurich Minas Brasil inaugurou o seu primeiro centro de atendimento a sinistros de automóvel no País, o HelpPoint, na cidade de Belo Horizonte. O presidente da seguradora, Pedro Purm, quer, com esse tipo de unidade, tornar a experiência do cliente mais rápida e mais simples possível no momento que o seguro tem que cumprir a promessa de ressarci-lo de prejuízos decorrentes de um sinistro com perdas parciais.
No centro automotivo, o carro do segurado e do terceiro envolvido no acidente serão vistoriados, orçados os reparos, liberados e encaminhados a oficinas conveniadas. Tudo sem necessidade de agendamento prévio e da permanência do motorista. No próprio centro, o segurado pode, inclusive, retirar um carro reserva, conforme previsto na apólice, ou alugar um automóvel em condições especiais. A seguradora oferece também o serviço 'Fast', pelo qual o segurado (ou terceiro envolvido) pode optar por receber através de depósito em conta, no prazo de até 48 horas, o valor do orçamento aprovado para reparo. Nesta opção, o motorista fica responsável pelo conserto do automóvel. In loco. Com a criação do primeiro centro automotivo no País, na cidade de Belo Horizonte, a Zurich Minas Brasil fez mudança no 'In Loco'. Agora denominado 'HelpPoint In Loco', o serviço é para veículos acidentados que não possam ser deslocados ao centro automotivo, casos em que o segurado aciona um atendente da companhia. Ele fica responsável por solicitar o registro da ocorrência policial, rebocar o veículo, providenciar táxi (com a corrida paga) para o segurado e dar início ao processo de sinistro. O serviço é gratuito e está disponível todos os dias da semana a qualquer hora, dia e noite.
Jornal da Tarde – SP, 04/09/2009, Seu bolso, 1-E
Financiamento de carro: menos calote e mais prazo
PAULO JUSTUS
A inadimplência deu o primeiro sinal de trégua depois da crise e começa a criar espaço para a melhora na condição dos financiamentos de veículos. De acordo com relatório da Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (Anef), a inadimplência acima de 90 dias para as operações de crédito ao consumidor chegou a 5,3% em julho, depois de atingir um pico de 5,5% em junho. O presidente da Anef, Luiz Montenegro, espera que o índice continue em declínio nos próximos meses. “Graças à melhora no nível de emprego e a inflação sob controle, a principal hipótese é que a inadimplência caia”, diz. O calote sob controle permite a manutenção dos prazos longos, que voltaram a até 80 meses, desde junho. Com a melhora nas condições de pagamento, o custo do financiamento deve seguir também uma trajetória de queda. Os dados da Anef já apontam uma redução na taxa média mensal de juros cobrados pelas financeiras das montadoras, de 1,75% em julho do ano passado para 1,49% nesse ano. A taxa média do mercado ainda segue mais alta que no período pré-crise. Era de 2,01% em julho do ano passado e atingiu 2,43% em igual período de 2009. Segundo a Anef, os financiamentos em julho tiveram duração média de 41 meses, contra 42 meses registrados no mesmo mês de 2008. “Creio que em breve vamos retornar à média do ano passado”, diz Montenegro. Para o diretor-presidente da Engenheiros Financeiros Consultores (EFC), Carlos Daniel Coradi, quem pensa em comprar um carro deve pensar bem antes de assumir um financiamento longo. “A
pessoa precisa analisar as outras dívidas que já tem e ver se não vai comprometer muito do
orçamento com o carro”, diz. Coradi aconselha a opção dos financiamentos mais curtos sempre que possível. Já o diretor-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel de Oliveira, diz que embora os financiamentos longos possam representar mais de duas vezes o valor do carro (veja abaixo), muitas vezes são a única maneira de uma pessoa com renda menor adquirir um veículo. Isso porque na aprovação de crédito, as financeiras consideram que a parcela não pode ultrapassar 25% da renda familiar do comprador. “De um modo geral é importante que o prazo tenha aumentado, porque ele abre espaço para que mais consumidores possam comprar.” A vendedora de imóveis Edinalda Cibulski, de 43 anos, escolheu parcelar seu Corsa Classic modelo 2010 em 60 meses. Ela optou pelo prazo mais longo porque quis adquirir o veículo com ar condicionado. “Eu prefiro fazer prestações longas, mas comprar uma coisa que é boa”, diz. Edinalda deu uma entrada de R$ 7 mil e vai pagar parcelas de R$ 600. Com isso seu carro vai sair por R$ 43 mil ao fim do financiamento, R$ 13 mil a mais do que pagaria à vista. Para Montenegro, o importante é se sentir confortável com a parcela. “Embora tenhamos prazos de até 80 meses, acho que a maioria dos clientes não vai passar dos 60 meses, que é um tempo bom para o financiamento do veículo”, diz. O volume de operações de crédito direto ao consumidor e de leasing chegou a R$ 149,4 bilhões em julho - 12,3% a mais do que no mesmo mês do ano passado. A previsão da Anef é de fechar o ano com um estoque de crédito de 10% a 15% superior a 2008.
Seguro e manutenção devem ser considerados
PAULO JUSTUS
Além de pensar na parcela, quem pretende adquirir um carro precisa considerar os gastos com a manutenção e o seguro. De acordo com estimativa do consultor financeiro e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), Marcos Crivelaro, esses gastos representam cerca de 10% do valor do carro por ano. “Esses gastos pioram à medida que o carro fica mais velho”, observa. O diretor-presidente da Engenheiros Financeiros Consultores, Carlos Daniel Coradi, diz que o preço do seguro de um automóvel pode chegar a até 18% do valor de um carro. “Já chegaram a me pedir R$ 4 mil pelo seguro de um Uno, que custa R$ 4 mil”. De acordo com estudo da Gipa, órgão internacional de pesquisa do mercado automotivo, o brasileiro gasta em média R$ 900 por ano com a manutenção do veículo. Além disso, os custos de manutenção estão entre os que mais subiram nos últimos 12 meses terminados em agosto, de acordo com o Índice de Custo de Vida medido pelo Dieese. Os serviços das autopeças tiveram falta de 7,35%, quase o dobro da inflação registrada no período, que foi de 3,77%. Crivelaro aconselha que na hora de fazer o cálculo da prestação de um carro popular, por exemplo, o consumidor acrescente R$ 200 para gastos com combustível e manutenção. “Além disso ele precisa pensar se vai precisar de uma garagem extra e nos gastos com licenciamento, se for um carro novo”, diz. Outro fator a ser considerado é a desvalorização do veículo, mais intensa no caso dos zero quilômetro. “O carro seminovo, nesse caso, oferece uma desvalorização menor”, diz.
Valor Econômico – SP, 04/09/2009, Brasil, A-10
Temporão apela a Alencar em pressão por Emenda 29
Arnaldo Galvão
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, está em busca de apoio político para pressionar o Congresso a aprovar a regulamentação da Emenda 29, o que significa vincular mais recursos públicos para a saúde. No âmbito da proposta que os deputados devem votar nas próximas semanas, está a recriação de um tributo sobre movimentações financeiras. Dessa vez, a Contribuição Social para a Saúde (CSS) tem alíquota sugerida de 0,1%, bem mais baixa que a de 0,38% da CPMF, extinta em dezembro de 2007, considerada a maior derrota do governo no Senado. Segundo a assessoria de Temporão, a regulamentação da Emenda 29 deve ser um dos temas da reunião do Conselho político marcada para hoje. O apoio do vice presidente José Alencar está garantido. Alencar argumentou que a saúde pública precisa de mais dinheiro e a sociedade teria mais uma eficiente arma contra a sonegação. O vice presidente lamentou que o Sistema Único de Saúde (SUS) vem sendo copiado por vários países, mas, aqui, sofre com a falta de recursos. Ao comentar a dificuldade política de os parlamentares recriarem a CPMF, mesmo que com outro nome e alíquota menor, Alencar disse que se recusa a acreditar que o Congresso não tenha sensibilidade para uma causa tão justa. Ontem, Temporão promoveu um ato público de apoio à regulamentação da Emenda 29. Uma cerimônia realizada no Ministério da Saúde contou com a participação de vários deputados da Frente Parlamentar da Saúde, de integrantes do Conselho Nacional da Saúde (CNS) e do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Se aprovada a proposta que está na Câmara, a expectativa é de agregar ao orçamento da saúde R$ 5 bilhões em recursos estaduais e cerca de R$ 10 bilhões em verbas federais. A estimativa de arrecadação anual da CSS é de R$ 12 bilhões. A falta de recursos para a saúde pública é recorrente no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. O IBGE apurou que 40% dos gastos em saúde são realizados pelo poder público e o restante é desembolsado pelas famílias. Ainda de acordo com o governo, os últimos seis anos tiveram média de correção nominal do orçamento para o setor entre 8% e 12%. Na melhor das hipóteses, 2010 terá 3,5%, o que é insuficiente para acompanhar o crescimento vegetativo da população. De acordo com o Ministério da Saúde, os planos privados gastam, em média, R$ 1,42 mil por associado a cada ano. Por outro lado, o SUS oferece mais serviços, mas tem gasto médio per capita anual de R$ 675. A rede pública atende a 80% da população brasileira e consome recursos equivalentes a3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos países que adotam sistemas de saúde universais, o gasto é de 6% do PIB.
Valor Econômico – SP, 04/09/2009, Finanças, C-8
Seguros
O Sindicato das Seguradoras no Estado de São Paulo (Sindseg-SP) e o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) realizam o evento Seguro em Todo o Estado.
Data: 9 de setembro
Local: Espaço Cassiano Ricardo, São José dos Campos (SP)
Informações: www.sindseg.com.br/seminarios/SeguroTodoEstado/2009/
SAÚDE
DCI – SP, 04/09/2009, Serviços, A-9
Custo médico-hospitalar tem alta de 10,45% em um ano
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) informou, por nota, que os custos médicohospitalares tiveram uma alta de 10,45% no período de março de 2008 a fevereiro deste ano. As consultas foram o item que registrou o maior aumento dentre os procedimentos analisados, com um acréscimo de 10,4%. Tendo em vista que a inflação do intervalo, medida pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 5,93%, as terapias também apresentaram uma alta representativa de 8,59%. As internações também superam a inflação do período e tiveram acréscimo nos custos em 7,54%. Os exames em geral encareceram 5,51%.
Jornal da Tarde – SP, 04/09/2009, Cidade, 10-A
Fila única para plano de saúde e SUS
HUMBERTO MAIA JUNIOR
A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo garante que nada vai mudar para os usuários dos hospitais públicos estaduais com a aprovação da lei que permite ao governo cobrar o
atendimento de planos de saúde privados. Ou seja, de acordo com a secretaria, não haverá filas separadas para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos convênios médicos - que não vão ter, segundo a pasta, atendimento diferenciado. O projeto de lei de autoria do governador José Serra (PSDB) que amplia a terceirização nas unidades públicas de saúde foi aprovado anteontem na Assembleia Legislativa. A medida vale para as organizações sociais (OS) que, na capital, atendem o Hospital Geral de Pedreira, Hospital Geral do Grajaú, Hospital Geral do Itaim Paulista, Hospital Geral de Vila Alpina, Hospital Estadual de Sapopemba e Hospital Local de Sapopemba. A aprovação da lei provocou o temor de que os hospitais públicos fossem “privatizados”. O receio era que os usuários de plano de saúde fossem beneficiados e haveria menos vagas para os pacientes do SUS. De acordo com a Secretaria de Saúde, porém, haverá um limite de até 25% de atendimentos aos planos de saúde. Vai funcionar assim: o paciente dá entrada no hospital e vai enfrentar a fila que normalmente existe. Quando for atendido, será perguntando se ele tem plano de saúde. Se tiver, o atendimento será pago pelo plano. Caso contrário, a conta vai para o SUS. Segundo o secretário da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, esse sistema será semelhante ao de ressarcimento previsto na lei dos planos de saúde, de 1998, em que a cobrança das empresas de convênios ocorre após o atendimento. “Não muda nada no atendimento”, disse.“É um jeito de o governo estadual ser ressarcido por esse atendimento. Com isso, vamos ter mais recursos para ampliar ainda mais o atendimento dos pacientes do SUS e acabar com essa coisa de subsidiar as empresas de saúde deste País.”
Planos que se recusarem a pagar devem ser acionados na Justiça. Advogada especializada em Direito à Saúde, Renata Vilhena Silva aprova a lei. “A (mudança) pode gerar renda e melhorar o serviço público”, disse a advogada que, fez uma ressalva: “A intenção é boa. Mas precisa ver como vai funcionar na prática.” Colaborou Silvia Amorim
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Fiador: cada vez mais necessário, mas difícil de achar
Apesar do seguro fiança ser uma opção em franco crescimento no País, a utilização da figura tradicional do fiador como forma de garantir o cumprimento principalmente de contratos de locação de imóveis ainda é bastante comum....
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Fonte: parana online. Helio Miguel
Apesar do seguro fiança ser uma opção em franco crescimento no País, a utilização da figura tradicional do fiador como forma de garantir o cumprimento principalmente de contratos de locação de imóveis ainda é bastante comum. Para especialistas, a exigência de um terceiro que garanta, com seu patrimônio, que um compromisso seja cumprido, é cada vez maior e atinge vários outros tipos de contratos. No entanto, contraditoriamente, está cada vez mais difícil encontrar quem se disponha a ser o fiador de uma obrigação.
Para a advogada Josiclér Marcondes, do escritório Katzwinkel e Advogados Associados, algumas regras previstas em contratos de fiança acabam inibindo as pessoas de aceitarem ser fiadoras de alguém. Uma delas é a chamada "renúncia do benefício de ordem". Muitos contratos de locação, por exemplo, preveem que o fiador pode responder com seu patrimônio por uma obrigação não cumprida antes mesmo do próprio devedor. "Esse é um dos principais desmotivadores que fazem as pessoas recusarem ser fiadoras", aponta.
Outro problema da fiança, segundo a advogada, está no fato da possibilidade do fiador responder até com sua própria residência pelo não cumprimento de uma obrigação que garantiu. A mesma regra, prevista na lei de locações, não se aplica nem ao próprio devedor, que tem a garantia de impenhorabilidade da casa onde mora. "A lei acaba sendo mais rígida com o fiador do que com o inquilino", diz Marcondes.
A regra, porém, pode estar perto de mudar. Ao menos nas decisões de alguns tribunais que, de acordo com a advogada, estão mais flexíveis e começando a impedir, em suas decisões, que os imóveis onde moram os fiadores não sejam penhorados. No Paraná, porém, a tendência ainda não é forte. "Normalmente as decisões mais arrojadas e inovadoras, como essas, vêm de tribunais como os de São Paulo e do Rio Grande do Sul", lembra.
Assim, caso fique difícil negar uma fiança, a especialista diz que é bom seguir alguns cuidados para evitar ser pego de surpresa por ações judiciais. Vale desde logo se certificar da idoneidade da pessoa e da capacidade que ela tem para pagar a dívida, até exigir que o credor da dívida comunique imediatamente o fiador em caso de não pagamento de alguma parcela. "Caso não haja a comunicação, o contrato pode prever até que o fiador seja eximido do pagamento", informa Marcondes.
Outra dica valiosa da advogada é evitar garantir contratos demais. Por mais que não tenha como imobiliárias ou outros credores controlarem quantos contratos uma pessoa está garantindo na qualidade de fiadora, não é interessante assumir tantos compromissos. "O patrimônio pode não ser compatível com as várias dívidas que a pessoa está afiançando", observa. Além do mais, fica mais fácil perder o controle sobre o que acontece em cada obrigação garantida.
Seguro
Só este ano, até agosto, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão ligado ao Ministério da Fazenda que é responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, foram pagos R$ 80 milhões em sinistros de seguros fiança. O total vem crescendo anualmente: em 2006, era de apenas R$ 26 milhões, em 2007, passou para R$ 45 milhões e, no ano passado, fechou em R$ 83 milhões.
Ao mesmo tempo, a arrecadação das seguradoras que oferecem a modalidade também vem na ascendente. Este ano, foram arrecadados R$ 117 milhões em prêmios. A exemplo do que vem acontecendo todos os anos, o número também deve superar o do ano passado, quando os prêmios chegaram a R$ 156 milhões. Em 2006, o total foi de R$ 60 milhões e, em 2007, de R$ 95 milhões.
Mesmo assim, a advogada Josiclér Marcondes considera a modalidade ainda pouco utilizada. "O custo ainda é relativamente alto. E, enquanto as seguradoras cobram caro, o fiador tradicional não cobra nada", aponta, como um dos motivos. De fato, em um contrato de locação, por exemplo, o valor da apólice pode passar de 20% do aluguel mensal, ou 1,2 aluguel por ano, parcelados em até 12 vezes.
Outro motivo apontado pela advogada pelo pouco uso do seguro fiança está nas próprias imobiliárias. Para ela, muitas não gostam de trabalhar com a modalidade, já que um contrato do seguro tem que ser renovado anualmente, enquanto a locação, quando terminado o contrato, é renovada automaticamente por prazo indeterminado. Assim, mesmo se a locação continuar vigente, existe a possibilidade da seguradora não renovar a fiança, o que deixaria a imobiliária sem garantia até que o inquilino encontre um fiador. A solução acaba sendo a rescisão da locação, o que nem sempre interessa a nenhuma das partes.
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